sábado, 22 de agosto de 2009

REQUALIFICAÇÃO NA BAÍA DE S. LOURENÇO





INFORMAÇÃO RETIRADA DAQUI: DAQUI

PLACAS

A Junta de Freguesia nesta ultimas semanas, colocou placas com nomes dos diversos lugares / canadas, existentes na freguesia.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

FONTANÁRIO

FONTANÁRIO DAS POCILGAS
O fontanário do lugar das Pocilgas tem uma nova "cara".
Novos moradores das Pocilgas tiveram a iniciativa de recolocar uma nova imagem a este monumento.
É de louvar este tipo de iniciativa, pois este e outro tipo de monumento fazem parte do patrimonio e história da freguesia.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ARTESANATO MARIENSE

URDIDEIRA

Urdideira é mais um instrumento do artesanato Mariense, e é utilizada para medir e ordenar os fios que são colocados nos teares.

Foto retirada daqui

sábado, 4 de julho de 2009

ARTESANATO MARIENSE

DOBADOIRA
O dobadoira serve para enrolar a lã em novelos.
Foto retirada:daqui

sexta-feira, 19 de junho de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

ARTESANATO MARIENSE

CARDADEIRA
As Cardadeiras serviam para limpar a lã antes de a poder usar nos bordados.
Foto retirado daqui

segunda-feira, 25 de maio de 2009

OBRA DE ARTE, SEM DÚVIDA!


Fontanário do Barreiro da Freguesia de Santa Bárbara
Uma obra de arte, sem duvida. Este fontanário è todo feito com apenas fósforos.
Nuno Couto é o seu autor, um Jovem Mariense que actualmente encontra-se no Continente.
Desde muito cedo começou a a construir pequenos barcos, quadros e actualmente faz maquetes de casas por encomenda.
Nuno tem inumeros trabalhos, muitos deles poderemos ver no seu próprio site CLICAR
Um bem haja ao nosso Artesão Mariense.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

LINHO E O SEU FABRICO


DE COMO SE FABRICAVA O LINHO
Como qualquer outra sementeira, o processo de fabricação do linho passa pelo tratamento adequado da terra, cavando-a e lavrando-a até se obter uma textura bastante fina. A sementeira faz-se durante o mês de Março e é colhido durante o mês de Junho.A colheita faz-se, portanto, quando o linho está grande. As pessoas enrolavam-no em molhos, passando-o pelo esboiceiro ou boiceira, de modo a retirar dele a baganha ou bagulho – semente do linho. Esta semente, que também se chama linhaça, tem poderes curativos emolientes e lavantes, podendo-se tomar como infusão ou como complemento alimentar, diz-se que tem poder de curar as dores de bexiga. Depois de separada do linho, a semente era colocada num cesto e deixada ao sol durante três dias, por forma a aloirar o suficiente e estar pronta para nova sementeira.O linho depois de passado era guardado num poço ou ribeira aguentada com pedras durante cerca de três dias até que quebrasse casca , retirado do poço, então, era agrupado em era estendido pequenos e deixado a escorrer durante um dia numa relva, sendo, depois, estendido ao sol para curar. Seguidamente é levado a desfiar no ripanço, de modo a poder ser deixado uns tempos no forno (?), aproveitado o calor mais ténue logo a seguir à cozedura do pão. No dia seguinte, o linho é gramado na grama, malhado com a malha e esmagado tasquinhado com a e, novamente, ripançado no ripanço. Era assim que se extraía do linho a estopa para urzir cobertores, que ficava pronto para ser fiado na roca e meadas no sarilho (fervido com água e cinza para limpar, dobado numa dobadoira, ficando, então, pronto para ser usado no tear.
Informação retirada do site da Ajism.