CRUZAMENTO NOS "PICOS"
SINAL EXISTENTE ANTES DO CRUZAMENTO
CRUZAMENTO NOS "PICOS"
SINAL EXISTENTE ANTES DO CRUZAMENTO
ENTRE A SERRA E O MAR
Este trilho começa e termina junto à igreja de Santa Barbara e tem a duração de cerca de 2 horas e 30 minutos.
O percurso inicia-se no Caminho dos Atoleiros, que se sobe até chegar aos moinhos de vento no Arrebentão. Um pouco mais à frente volta-se à esquerda e logo depois à direita por um atalho de pé posto que dá acesso ao Poço da pedreira, nesta pedreira era onde se retirava a pedra para a construção de casas.
Entra-se no caminho dos Barreiros, e continua-se a andar, um pouco mais à frente encontrará um desvio que o levará ao topo de uma colina que lhe oferece um miradouro único sobre a Baía de S. Lourenço.
Continuando o caminho, até chegar ao lugar do Norte, junto da ermida da Nossa Senhora de Lourdes. De seguida desce-se o adro, entrando num caminho de pé posto que atravessa várias pastagens e depois entra-se novamente num caminho de terra batida que vai em direcção ao Vale de Lagos.
Durante esta descida deverá fazer uma paragem e contemplar a Ribeira do Amaro e uma esplêndida cascata com cerca de 50m de altura.
Continuando o caminho, descerá até à ribeira, passando-a com algum cuidado e subindo a encosta do vale chegará ao lugar dos Lagos.
Depois de o atravessar chega-se ao Caminho do Covão da Mula e sobe-se o caminho; este local é onde se pode observar varias espécies vegetais e aves e uma bonita vista sobre o Centro de Santa Barbara. Poderá também visualizar os buracos onde os habitantes da freguesia retiravam o barro para uso doméstico. Depois desce-se passando pela Cova do Saibro até chegar novamente até ao inicio deste percurso ou seja até à igreja Paroquial.
INFORMAÇÃO RETIRADA: DO GUIA TURÍSTICO DE SANTA MARIA 2008/2009 15ª EDIÇÃO



Bonito Assado no Forno

A casa típica de Santa Maria, variam de freguesia para freguesia, no entanto são inspiradas na sua maioria na arquitectura tradicional do Alentejo e Algarve, que merecem um olhar atento. Existe dois tipos de casa: Uma de forma rectangular, com as excrescências da cozinha e do redondo forno, cobertas por um telhado de quatro águas feito com a telha de canudo, que outrora fizera-se na ilha, as suas pinturas em cal branco, com os rebordos das portas e janelas na cor que pertencia a freguesia (no nosso caso é azul, anil) e constituídas por grandes chaminés cilíndricas, as suas janelas são de guilhotina de duas folhas. Outro tipo de casa esta é também rectangular com dois pisos (loja em baixo por baixo por aproveitamento do decline e habitação no piso superior.), de resto tem as mesmas semelhanças que as outras casas. O acesso à casa faz-se por um balcão à fachada principal.
Normalmente neste tipo de casas (as mais antigas) ainda se pode encontrar o “chiqueiro” onde permanecia o porco para mais tarde, (depois de grande), matar. A “tulha” (sequeiro de milho) sobre quatro pés de pedra, onde secavam o milho para dar aos animais.


Conjunto constituído por quatro moinhos de água de planta rectangular com um piso. São construídos em alvenaria de pedra seca. Dois conservam ainda cobertura de quatro águas em telha de meia-cana tradicional.Três dos moinhos articulavam-se a jusante da Ribeira do Tagarete e serviam-se de uma represa que retinha a água conduzida pela levada. O quarto, mais a montante, situa-se a meia encosta. Dois dos moinhos conservam ainda as mós.